26
ago
16

Leilão Porsches Monterey 2016

No último fim de semana aconteceu um dos maiores, se não o maior, evento de carros clássicos do mundo, o Pebble Beach Concours d’Elegance, na Califórnia.

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Mas além do famoso desfile e disputa de carro mais “estiloso”, outro evento chama atenção, o Leilão de Monterey. E esse ano não foi diferente, com surpresas positivas e negativas (os organizadores culparam o alto valor da moeda americana na economia mundial…procede!), os Porsches se fizeram presentes. E eis aqui o resultado geral dos ‘nosso alemães’ pela norte América:

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11
ago
16

Porsche 917/20 ‘Pink Pig’

Após a vitória do Porsche 917k nas 24hs de LeMans em 1970 a divisão responsável pelo projeto dos carros para competição do ano seguinte começou o ‘devaneio’ em busca do novo vencedor, e em parceira com uma empresa francesa criaram o mais simpático carro de corrida da historia, o Porquino Cor de Rosa, ou 917 PinkPig.

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28
jul
16

MEU 917k straß

No Post passado contei a bela história do Porche 917K Straß do Conde Rossi, um dos três 917 transformados oficialmente para ser um carro de rua. Agora vou falar do MEU 917K Straß…

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26
jul
16

Porsche 917K Straß Rossi

No início da década de 1970 a Martini & Rossi era uma das maiores patrocinadoras da Porsche, que viria a ganhar as 24hs de LeMans em 1971 com as famosas listras em sua carroceria que remetiam à famosa bebida. Ainda neste ano a fábrica de Stuttgart  selecionaria três clientes para adquirir um modelo 917K com características especiais, e um deles foi o Conde Rossi . O Porsche 917K de chassi 917/30 foi utilizado na prova dos 1000km da Áustria, ainda em 1971, testando o sistema de freios ABS; tornando-se assim o primeiro carro de corrida do mundo a utilizar tal tecnologia.

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15
abr
16

ADVINHA QUEM ESTÁ DE VOLTA?!?!

Pois é…voltamos!! Eu e os Porsches…muitos Porsches!

Cuidar e alimentar um blog como este é trabalhoso, pelo menos para mim que gosto de passar informações diferentes do que se encontra em qualquer site ‘especialziado’, não que eu seja mais ou menos especializado que ninguém, mas tenho a minha linguagem própria e preciso estudar tudo que falo aqui…não que eu estude apenas para escrever, estudo pela curiosidade e necessidade de aprender sempre…e isso demanda tempo; mas chega, voltamos.

Após algumas novas experiencias no mundo da Porsche (sim, eu fui à Stuttgar, mas isso é outro capítulo que será muito bem descrito aqui) resolvi voltar com um tema especifico, um modelo na verdade, que sempre me chamou atenção e é de bem longe o meu preferido: PORSCHE 917! O mito, o turbopanzer, o eleito ‘melhor carro de competição’ de todos os tempos; e garanto, vem aí O MAIOR DOSSIÊ EM LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE O PORSCHE 917 JÁ PUBLICADO. 

Ambicioso, não?

Claro, nunca pensei em voar rasante sempre…

 

Mas vamos falar do que interessa? Hoje na verdade só um gostinho do que vem por aí…claro, Porsches, claro, 917 (pelo menos nos próximos posts, só vai dar ele)!

A Porsche ‘criou’ o modelo 917 para vencer LeMans, fato! Evento que não conseguiu com o não menos lindo e competente 908 em 1968, e em 1969 depois de alguns entreveros com as regras do campeonato (falo disso depois) conseguiu homologar os disputar a prova naquele ano.

O segredo do momento era a relação peso/potência/resistência/dirigibilidade; para a potência um Flat12 que variava de de 400 à 1700cv (Bugatti Veyron, eu sou seu pai! E sim, é! Outro tema futuro), e para o peso e a resistência surgiu então a primeira ‘mágica’ da engenharia alemã, atenção, é fascinante:

  • O chassi do Porsche 917 foi construído em magnésio, material leve e de fácil reparo no caso de algum dano no decorrer da prova que dura 24 horas, porém um dano no chassi à 300km/h é bastante perigoso, então vem a primeira parte da bruxaria engenharia: resolveram pressurizar todo o chassi oco e instalar um manômetro no painel, assim o piloto saberia de imediato se houvesse qualquer tipo de ruptura no chassi, que poderia ser reparado de imediato nos box! Fantástico, não? Mas que tal a outra ideia, eliminar todo o sistema de mangueiras e tubos do sistema de lubrificação do motor? Mas como? Simples! Utilizando o mesmo interior do oco e resistente e pressurizado e monitorado, do chassi!
    Olha, vou te falar, isso é emocionante quando se pensa em 1968/69, nas condições de trabalho da época, e por ser ENGENHARIA!

 

Gostaram do retorno? Da aperitivo?

Vem mais…

 

Grande abraço e ótimo fim de semana!

 

Tell

09
dez
13

Paul Walker – Pero no mutcho, mas fatalidade!

Amigos, eu resisti até onde pude…mas ouvi, vi e li tanta baboseira que resolvi falar um pouco do triste fato que culminou na morte de um ídolo de algumas gerações, o ator Paul Walker.

Primeiramente gostaria de reafirmar, pois já fiz em algumas redes sociais, a comparação da morte de Paul Walker com a de James Dean. E não é exagero, pois para quem iniciou sua vida de motorista entre os anos de 2000 à 2005 com certeza tem como referência os primeiros filmes da série Velozes e Furiosos, bem como a personalização de carros que por mais que hoje (12 anos depois) seja de gosto duvidoso marcou época e mudou a concepção de carros modificados e/ou personalizados, tal como os filmes Juventude Transviada, ou Easy Rider, ou American Graffit.

Quanto ao acidente eu vi em TVs, sites e comentários pessoais as mais esdruxulas comparações e teorias, mas pouco embasamento e muita especulação.

Vamos lá, o que eu penso; penso que dirigir um super carro requer alguns cuidados, principalmente se esse carro tem um motor que foi projetado para Formula Indy, tal qual freios, pneus, suspensão, que não possui NENHUM auxílio de dirigibilidade eletrônica e que ao que tudo indica estava em alta velocidade e com pneus e freios frios. Pois é amigo, uma combinação bem perigosa até para um piloto “experiente” acostumado à super carros de hoje em dia.

Ps.: tente colocar um piloto de F1 de hoje num carro de 1990, é mais ou menos essa a diferença que ele vai sentir.

Sabe o chamado “balé da Formula 1”? Quando os carros ‘dançam’ de um lado para outro numa volta de apresentação? Então, eles estão apenas se preparando para acelerar e frear com segurança nos próximos minutos. Numa pista PREPARADA para receber carros com centro de gravidade muito baixo e altas velocidades. Agora imagine isso numa estrada/avenida em que transita carros ‘normais’. Acredito que os cuidados com o asfalto não sejam os mesmos.

Pois bem amigos, levem tudo isso que comentei acima em conta; agora ‘se joguem’ de lado num objeto fixo à uma velocidade de 120km/h (estou sendo econômico) com um carro que tem um cockpit de fibra de carbono com barra lateral única e com teto removível! E claro, com tanque cheio de combustível dentre outros fluidos que percorrem todo o ‘corpo’ do carro.

Resumindo, é aquele momento de segundos de imprudência (que todos nós temos, seja ao tomar uma cerveja antes de ir pra casa, ou atender o celular, ou acelerar um pouco mais num carro diferente, ou mudar o trajeto para uma estrada desconhecida, etc.) e que o VDM (Vai Dar Merda) acende a luz! E não tem jeito de voltar…

Minha humilde opinião: Alguns fatores  potencializaram (e muito) um acidente de trânsito!

Não adianta dizer que o motorista foi culpado, que o carro poderia ter um defeito, que os bombeiros demoraram… Aconteceu, f*de*!!

Só me resta lamentar, pois sou fã da franquia dos filmes que conheci o ator, pelo modo como aconteceu e por ver tanta bobagem sobre o assunto ser trazida à mídia em busca de audiência.

E sim, eu quis ter um Skyline prata com adesivos azuis com um câmbio de umas 15 marchas!

Abs,

Tell

Obs.: Sem fotos ou vídeos nesse post e não citei marca ou modelo do carro, pois nada disso é relevante ao meu ver nesse post.

10
out
13

Início da paixão

Ia-se 1996, meu primeiro ano em uma escola grande fora do meu bairro. Essa escola ficava em uma praça, e nessa praça acontecia uma feira livre todas as terças-feiras. Geralmente eu sentava na janela da sala de aula, que dava justamente para a tal praça, onde toda terça-feira eu via chegar um casal de senhores de meia idade em um lindo e grande carro vermelho.

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