Arquivo para abril \15\UTC 2016

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ADVINHA QUEM ESTÁ DE VOLTA?!?!

Pois é…voltamos!! Eu e os Porsches…muitos Porsches!

Cuidar e alimentar um blog como este é trabalhoso, pelo menos para mim que gosto de passar informações diferentes do que se encontra em qualquer site ‘especialziado’, não que eu seja mais ou menos especializado que ninguém, mas tenho a minha linguagem própria e preciso estudar tudo que falo aqui…não que eu estude apenas para escrever, estudo pela curiosidade e necessidade de aprender sempre…e isso demanda tempo; mas chega, voltamos.

Após algumas novas experiencias no mundo da Porsche (sim, eu fui à Stuttgar, mas isso é outro capítulo que será muito bem descrito aqui) resolvi voltar com um tema especifico, um modelo na verdade, que sempre me chamou atenção e é de bem longe o meu preferido: PORSCHE 917! O mito, o turbopanzer, o eleito ‘melhor carro de competição’ de todos os tempos; e garanto, vem aí O MAIOR DOSSIÊ EM LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE O PORSCHE 917 JÁ PUBLICADO. 

Ambicioso, não?

Claro, nunca pensei em voar rasante sempre…

 

Mas vamos falar do que interessa? Hoje na verdade só um gostinho do que vem por aí…claro, Porsches, claro, 917 (pelo menos nos próximos posts, só vai dar ele)!

A Porsche ‘criou’ o modelo 917 para vencer LeMans, fato! Evento que não conseguiu com o não menos lindo e competente 908 em 1968, e em 1969 depois de alguns entreveros com as regras do campeonato (falo disso depois) conseguiu homologar os disputar a prova naquele ano.

O segredo do momento era a relação peso/potência/resistência/dirigibilidade; para a potência um Flat12 que variava de de 400 à 1700cv (Bugatti Veyron, eu sou seu pai! E sim, é! Outro tema futuro), e para o peso e a resistência surgiu então a primeira ‘mágica’ da engenharia alemã, atenção, é fascinante:

  • O chassi do Porsche 917 foi construído em magnésio, material leve e de fácil reparo no caso de algum dano no decorrer da prova que dura 24 horas, porém um dano no chassi à 300km/h é bastante perigoso, então vem a primeira parte da bruxaria engenharia: resolveram pressurizar todo o chassi oco e instalar um manômetro no painel, assim o piloto saberia de imediato se houvesse qualquer tipo de ruptura no chassi, que poderia ser reparado de imediato nos box! Fantástico, não? Mas que tal a outra ideia, eliminar todo o sistema de mangueiras e tubos do sistema de lubrificação do motor? Mas como? Simples! Utilizando o mesmo interior do oco e resistente e pressurizado e monitorado, do chassi!
    Olha, vou te falar, isso é emocionante quando se pensa em 1968/69, nas condições de trabalho da época, e por ser ENGENHARIA!

 

Gostaram do retorno? Da aperitivo?

Vem mais…

 

Grande abraço e ótimo fim de semana!

 

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